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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Hans Christian Andersen

Fechando a semana de leitura/literatura, mas não a possibilidade de trazer outros autores, nos encontramos com Hans Christian Andersen (1805-1875), um dinamarquês que escreveu histórias e poemas para crianças.

Andersen teve uma infância pobre, mas independente disto, aprendeu a ler muito cedo e gostava de ouvir histórias. Com a morte de seu pai, quando tinha 11 anos, teve que deixar a escola. Nesta época ele já demonstrava forte inclinação para a literatura e teatro.

As dificuldades vividas e seu conhecimento sobre as diferenças sociais, certamente, o influenciaram na produção de suas histórias.

Escreveu para adultos, entretanto, foram os contos infantis que o tornaram famoso. Foi o autor de "O patinho feio", "A roupa nova do imperador", "O soldadinho de chumbo", "A princesa e a ervilha", entre muitas outras.

Por sua contribuição para a literatura da infância e da adolescência, no dia 2 de abril, dia de seu nascimento, é comemorado o Dia Internacional do Livro Infanto-Juvenil.

Mais um autor fantástico!

AbrAção,

Rosana Rodrigues 


Fonte:
http://educacao.uol.com.br/biografias/hans-christian-andersen.htm



quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Irmãos Grimm

Boa noite, querid@s!




Rapunzel, João e Maria, o Pequeno Polegar, a Bela Adormecida, Branca de Neve... Quem nunca leu ou ouviu a respeito deles?
Contos que marcaram a nossa infância e que fazem parte de uma grande relação de outras histórias registradas pelos irmãos Grimm.
Nascidos no Condado de Hesse-Darmstadt, atual Alemanha, Jacob (1785-1863) e Wilhelm (1786-1859) Grimm transformaram as narrativas orais direcionadas aos adultos em contos infantis, numa temática mágica e maravilhosa. Fizeram isto com a intenção de recolher histórias para preservar a memória e as tradições populares da Alemanha. Além de obterem êxito em tal façanha, tiveram uma importância muito grande ao incentivarem outros estudiosos a realizarem a mesma tarefa em seus países de origem.
Os contos fazem parte do gênero literário fantástico: monstros, bruxas, lobos, dragões desfilam nas histórias dos irmãos Grimm. Também trazem a figura da mulher como portadora do bem ou do mal para transformar os enredos. Tudo indica que são histórias trágicas contadas aos Grimm que foram transformadas para terem um final feliz.


AbrAção,

Rosana Rodrigues 


Fontes:
Imagem:

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Charles Perrault



Charles Perrault, Museu Nacional de Versalhes, artista desconhecido
(Wikipédia)



Considerado o "Pai da Literatura Infantil", Charles Perrault (1628-1703) foi um escritor e poeta francês que viveu no século XVII. Recebeu este título porque foi o primeiro autor a considerar o conto de fadas como gênero literário.

Escreveu muitas obras que ao longo dos anos que encantaram e surpreenderam o imaginário infantil, ajudando na reflexão sobre diversas situações, inclusive na superação de dificuldades pessoais que, a partir das infinitas repetições feitas pelos pais ou por quem se disponibiliza a ser o leitor, as crianças compreendem, assimilam e até resolvem seus problemas particulares. 

Entre suas histórias mais famosas encontram-se sob o título de "Contos da Mamãe Gansa", que dizem respeito a registros de histórias orais feitos pelas mães para seus filhos, antes de dormirem. Estes contos são:
"Chapeuzinho Vermelho", "A Bela Adormecida", "O Pequeno Polegar", "Cinderela", "Barba Azul", "O Gato de Botas", "As Fadas", "Riquet, o Topetudo", "Pele de Asno", "Os Desejos Ridículos", "Grisélidis" e o "O Pequeno Polegar".

Hoje, dia 12 de janeiro, Perrault estaria completando 388 anos.


AbrAção,

Rosana Rodrigues 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

João e Maria

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")



Pintura de Arthur Rackham, 1909
João e Maria ou Hansel e Gretel, originariamente é um conto de fadas da tradição oral alemã, que fora capturado e adaptado pelos Irmãos Grimm.
Vale comentar que os estudiosos irmãos Jacob e Wilhelm Grimm recolheram as histórias do povo e publicaram, em 1812, os "Contos da Infância e do Lar" para não perder as várias narrativas populares. E que no caso desta história, simbolicamente temos a dolorosa passagem da infância para a adolescência representada pela escuridão e pelos perigos da floresta, sem contar que naquele tempo, os pais abandonavam mesmo as crianças na floresta, devido à falta de recursos para sustentá-los.
Para falar a verdade, na origem, os contos não foram inventados para divertir as crianças, mas sim amenizar a dureza da vida dois adultos!