domingo, 6 de julho de 2014

Jogo das Sílabas

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")
 
 
 
 
Jogo das sílabas é uma atividade divertida que poderá fazer com as crianças maiores de 3 anos com ou sem dificuldades de aprendizagem.
Este é um jogo de linguagem simples e divertido que pode ser realizado em qualquer lugar e ajustado à sua rotina. Estimula a linguagem oral e trabalha a estrutura das palavras, prevenindo futuros problemas relacionados com a leitura e com a escrita. Trabalha o conceito de palavra e a consciência silábica.
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Como jogar o Jogo das Sílabas
Em primeiro lugar escolha a palavra de ordem, que será a palavra usada para começar o jogo, combinada previamente entre si e o seu filho ou educando. Por exemplo: “Silabra” (palavra fictícia e engraçada).
Cada vez que disser a palavra “Silabra” o jogo começa: o adulto que está jogando diz palavras do que vê ao seu redor e a criança tem de indicar as sílabas, mas de forma divertida, ou seja, batendo as palmas, batendo os pés, pulando, etc.
Por exemplo, quando vai às compras com o seu filho tem uma excelente oportunidade de praticar este jogo. Entra no supermercado e diz “silabra” (ou outra palavra da sua escolha) e logo começa a brincadeira educacional. Poderá pedir à criança para bater palmas para indicar quantas sílabas a palavra tem: ba-na-na.
Poderá jogar quantas vezes pretender e durante o tempo que achar adequado.
Fonte: http://educamais.com/jogo-das-silabas/

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Dia das Mães

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")
 
 

Segue um texto interessante capturado no Portal da Família.
Além da comemoração comercial - inevitável - é bom lembrar do valor e importância dessa figura em nossas vidas. Sua força, resistência, presença constante, paciência na medida e amor!
Infelizmente existem as exceções, não podemos fechar os olhos para essa realidade, mas a regra é a presença marcante na vida de qualquer um!
 
A origem do Dia das Mães
 
A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.
O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.
Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República".
Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a ideia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A ideia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.
Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.
Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.
"Não criei o dia das mães para ter lucro"
O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia as mães para ter lucro", disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesta mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.
Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.
Cravos: símbolo da maternidade
Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.
No Brasil
O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.
 

Texto compilado das seguintes fontes
- Pesquisa de Daniela Bertocchi Seawright para o site Terra,
http://www.terra.com.br/diadasmaes/odia.htm
Fontes / Imagens:
· Norman F. Kendall, Mothers Day, A History of its Founding and its Founder, 1937.
· Main Street Mom
· West Virginia Oficial Site
- O Guia dos Curiosos - Marcelo Duarte. Cia da Letras, S.P., 1995.
- Revista Vtrine - artigo - Abril, S.P., 1999