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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Caixinha esperta!

Boa tarde!!!

Depois de um fim de semana com problemas no provedor de internet, nada melhor do que retornar com bom humor!

Este objeto é a representação da teimosia incorporada numa caixinha! Vejam só:










Para os mais habilidosos, o segredo...





Podemos até pensar em projetos a serem desenvolvidos na segunda etapa do ensino fundamental.


AbrAção!







quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Dever de casa

Quatro e quatro oito

oito e oito dezesseis

Repitam! Diz o professor

Dois e dois quatro

Quatro e quatro oito

Oito e oito dezesseis

Mais eis o pássaro-lira

que passa pelo céu

o menino vê

o menino ouve

o menino chama

Venha me salvar

venha brincar comigo

seu pássaro!

Então o pássaro desce

e brinca com o menino

Dois e dois quatro...

Repitam! diz o professor

E o menino brinca

e o pássaro brinca com ele...

Quatro e quatro oito

Oito e oito dezesseis

Dezesseis e dezesseis fazem quanto?

Eles não fazem nada dezesseis e dezesseis

De todo modo

trinta e dois é que não fazem

e eles se vão

E a criança escondeu o pássaro

em sua carteira

e todas as crianças

ouvem a sua canção

e todas as crianças

ouvem essa musica

e oito e oito por sua vez já se vão

e quatro e quatro e dois e dois

por sua vez se mandam dali

e um e um não fazem nem um nem dois

um e um se vão também.

E o pássaro-lira volteia

E a criança canta

E o professor grita:

Quando acabará de fazer papel de palhaço?

Mas todas as crianças

ouvem a música

E as paredes da sala

Desabam tranquilamente

E os vidros voltam a ser areia

A tinta volta a ser água

As carteiras voltam a ser árvores

O giz volta a ser falésia
 
A pena de escrever volta a ser pássaro”

 
(Prévert, Jacques. Dia de folga)

 

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

A curiosidade

Ótima parceira da disciplina, a curiosidade impulsiona os avanços humanos. Pois "curiosidade" não é só uma característica pueril, como nossos avós pensavam. É a nossa capacidade de explorar o mundo que nos cerca, de fazer perguntas.

Muitas escolas ainda acreditam que ensinar é uma transferência de conhecimento de quem  sabe para quem não sabe. Estas eliminam a possibilidade de formar alunos curiosos: não querem realmente que o aluno pergunte; querem que ele repita.

De forma simplificada, é preciso entender que "ensinar" é partir de hipóteses que o aluno já traz consigo para levá-lo (por meio de problematizações) a construir novos conhecimentos. É assim que todos aprendemos – confrontando as ideias que tínhamos com as que nos são apresentadas.

Por isso, manter alunos acesos e interessados é essencial. Na nova sala de aula, o trabalho intelectual não é prerrogativa do professor, mas um exercício comum a todos. Ao estar atento à aprendizagem, o aluno passa a valorizar o conhecimento e a ter o compromisso de aprender. Mais: aprende a admirar e a respeitar o mundo dos conceitos, do pensamento, das ideias.

O aluno que aprende a conciliar curiosidade e disciplina já no Ensino Fundamental certamente irá longe em sua escolaridade futura, pois adquiriu diversas habilidades essenciais.

[...]

Da mesma forma, dispor de tais instrumentos será determinante para o futuro universitário e para o profissional do século XXI.

Como já se disse, aquilo que usualmente se chama de sucesso é composto de inspiração e também de muito trabalho.

[...]

 Fonte: 
 
BRESSER, Maria Helena. Como a escola e os pais podem formar (juntos) um bom aluno. Disponível em http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/artigos/como-a-escola-e-os-pais-podem-formar-juntos-um-bom-aluno.php.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

A leitura intermediando a relação professor aluno no infinito espaço da aula


Jorge Larrosa pinta-nos, brilhantemente, um quadro sobre o que é uma lição, colorido com os sentidos e significados da leitura.  Em seu discurso, o autor conduz o leitor a um mundo, talvez, inexplorado ou impensado sobre as possibilidades que a lição, por intermédio da leitura, oferece: dis-posição, emplazamento, in-de-terminação, en-fiar-se, amizade e liberdade. Termos que representam a especificidade e generalização da leitura na sua relação não com o bom leitor, mas o leitor de verdade. Aquele que mergulha nas linhas e entrelinhas disponibilizadas pelo escritor e que interage, digere e ousa, expandindo-se a um infinito de ideias e reflexões que modificam a sua própria estrutura de ser e de fazer.
Certamente, passado pelos olhos de um educador intrigado com as melhores maneiras de captar para si a atenção de sua plateia, a reflexão ultrapassa o objeto da lição – leitura – e contextualiza o espaço denominado aula. A aula reflete o posicionamento docente frente ao seu padrão de ensinante e de aprendente. Ao mesmo tempo em que entrega-se a atividade da leitura para destrinchar para si mesmo os segredos re-velados da leitura, guarda para si a preocupação em traduzir significativamente este teor para seus discípulos. Discípulos no sentido da avidez pelo domínio e autonomia da ferramenta leitura.
O educador, na maioria das vezes, conscientemente ou não, reconhece a sua tríplice tarefa de leitura: escutar o texto, escutar a si mesmo enquanto lê e escutar o silêncio daqueles que se encontram lendo. É ciente de sua tarefa, mas angustia-se na mesma proporção que sua prática é permeada pelas políticas educacionais. Às vezes, elas castram violentamente as iniciativas, sonhos e perspectivas docentes.
A este profissional dispõem-se, através do texto, elementos promotores de conhecimento e de inquietação. Sentimentos que produzem palavras ora suaves, ora enérgicas na sua trilha de formação pessoal e profissional, que são necessárias à conquista de sua liberdade envolta por laços de amizade. 
No breve espaço da aula, a relação professor-aluno, o bem maior a ser construído, independentemente dos percalços possíveis no processo de ensino-aprendizagem, traduz-se pelo o acesso, construção e autonomia dos educandos. Pela identidade com o docente, o aprendiz determina seus passos no caminho da construção da própria liberdade e amizade.

Rosana Rodrigues Gomes da Silva

 
Referência
LARROSA, Jorge. Sobre a lição. In: _______.  Pedagogia Profana: danças, piruetas e mascaradas. Trad. Alfredo Veiga-Neto. Belo Horizonte: Autêntica, 2004. p. 139-146.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Vamos escrever bem?

Bom dia, querid@s!!


Complementando as ideias comentadas no post “Escrever bem”, vale a dica de visita ao link

http://www.prof2000.pt/users/folhalcino/ideias/comunica/redaccao.htm. Lá existem passos bem interessantes para se experimentar a aventura da escrita!   




Veja alguns deles:


* Inspire-se para escrever seu texto. Registre suas ideias. Aquelas que vão surgindo, mesmo em momentos inesperados.

* Organize seu tempo para que possa escrever ao longo de um determinado período, ao invés de tentar realizar a tarefa de uma vez só. Isso permite que releia o seu texto mais relaxado e, assim, possa captar possíveis equívocos ao longo do processo.

* Apresente uma sequência para conduzir o leitor: apresente seu tema, desenvolva-o e, por fim, conclua seu pensamento.

* Utilize palavras que forneçam uma imagem nítida do que diz para adequar seu texto ao leitor.

* Não deixe dúvidas: é fundamental que esclareça os principais conceitos para que o leitor possa acompanhar seu raciocínio.

* Inserir credibilidade ao seu texto, apoiando-o em referências

* Deixe sua marca na sua escrita: seu estilo, opiniões, contribuições, experiências... Mas lembre-se que escrever também é uma arte e, como tal, está passível de diversas interpretações! Cuide ao máximo na escolha das palavras para registrar exatamente o que quer dizer.

* Não perder o foco da escrita. Cada parte do texto faz parte de uma contribuição para a compreensão da sua ideia central.

* Elimine os erros gramaticais.

* A formatação é importante. Indica cuidado nas suas  produções.


* Por fim, divulgue! Depois de tanto trabalho, ele merece a atenção de leitores!



AbrAção,

Rosana Rodrigues 



terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Escrever bem




Bom dia!!


Lendo as dicas de um bom texto feitas por jovens que passaram pelas agruras do vestibular da Unicamp e obtiveram sucesso, encontrei a orientação da profª Matilde Scaramucci*, ex-presidente da banca de redação e atual diretora do Instituto de Estudos de Linguística da Unicamp, dizendo que para uma boa redação: "o candidato precisa saber para quem ele escreve, com que propósito ele está redigindo, em qual gênero (carta, editorial, verbete) e como ele está se expressando como enunciador”.

E é verdade. Uma das primeiras lições que devemos aprender é que escrevemos para os outros... o texto escrito precisa ser solidário, saboroso, claro... Costumo dizer que o outro não está na nossa mente para compreender aquilo que queremos dizer e nem sempre estamos ao lado do outro para explicar...

Por intermédio do texto podemos refletir e aperfeiçoar as nossas ideias. Criatividade, tranquilidade, atenção e conhecimento sobre o assunto ajudam muito nesta tarefa.

E não tem jeito! Escreve bem aquele que lê bem e ler bem pressupõe quantidade em leitura. É ela que enriquece o vocabulário suficientemente para que o escritor possa dar asas à sua imaginação!


AbrAção,


Rosana Rodrigues 



*http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/11/09/unicamp-autores-das-melhores-redacoes-do-vestibular-dao-dicas-para-fazer-um-bom-texto.htm

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

As responsabilidades do aprendizado

Bom dia, amig@s!


Toda ação humana é impregnada de intencionalidade. Intencionalidade que dissemina e imprime aos quatro ventos, valores, crenças e costumes de uma pessoa ou grupo que apresentam grandes possibilidades de serem reproduzidos.

Assim, pretensiosamente, incluo o vídeo abaixo, intencionando despertar momentos de reflexão e, quem sabe, iniciar uma discussão sobre as atitudes necessárias e/ou estímulos interessantes para que, além das palavras - ferramentas comumente utilizadas pelo professor - possamos manifestar padrões comportamentais que indiquem determinação e transformação contrapondo-se ao desânimo e rotina; a força do desejo e a busca do conhecimento em prol da aprendizagem, uma vez que toda manifestação gerada por um educador poderá ser potencialmente reproduzida e até reformulada por seu educando.



Alguém se habilita a compartilhar algumas ideias?


AbrAção,

Rosana Rodrigues 

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Ler é bom!

Boa noite, Querid@s!

Há anos atrás, desenvolvi uma pesquisa sobre a leitura no ensino fundamental I, buscando caracterizar, identificar e encontrar formas para desenvolver o hábito e o gosto pela leitura nesta faixa etária, mais especificamente o 6ºano (antiga 5ª série)*.
Depois analisar as atitudes de todos os envolvidos no processo a partir da aplicação de testes, trabalhar textos, intervir com aulas sob mecanismos de controle e muita observação, confirmamos que a mediação do professor por meio da afetividade é essencial para que a criança desperte o interesse e se envolva com as atividades de leitura.
E isto é o óbvio! Sem maiores explicações, é bom reforçar que para a criança, o contato com modelos que se interessem, gostem e pratiquem o ato de ler é de fundamental importância para construção do seu processo de letramento, ou seja, a sua constituição de leitor passa por todas as experiências relacionadas ao material escrito que pode ter acesso. 
Não se trata de estimular a criança, para que prematuramente ela inicie seu processo de alfabetização, mas sim, proporcionar-lhe momentos agradáveis envolvendo o ato de ler. Para criança perceber todo o universo que é possível a partir desta atividade.
Se forem os pais os primeiros leitores que a criança vir a conhecer e se eles puderem partilhar momentos de leitura com ela, certamente, teremos um leitor em potencial!
Mais tarde voltarei a falar sobre este assunto. Por ora, selecionei alguns contos, poesias e histórias para deixa-las aqui na CDI, ao longo desta semana.
AbrAção,
Rosana Rodrigues 
*SILVA, Rosana Rodrigues Gomes da Silva. Leitura: as faces de um processo. 1997. 150f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Faculdade de Educação, UNICAMP, Campinas. 1997. 

domingo, 6 de julho de 2014

Jogo das Sílabas

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")
 
 
 
 
Jogo das sílabas é uma atividade divertida que poderá fazer com as crianças maiores de 3 anos com ou sem dificuldades de aprendizagem.
Este é um jogo de linguagem simples e divertido que pode ser realizado em qualquer lugar e ajustado à sua rotina. Estimula a linguagem oral e trabalha a estrutura das palavras, prevenindo futuros problemas relacionados com a leitura e com a escrita. Trabalha o conceito de palavra e a consciência silábica.
Blog de casadainfancia : Casa da Infância, Jogo das Sílabas        Blog de casadainfancia : Casa da Infância, Jogo das Sílabas          Blog de casadainfancia : Casa da Infância, Jogo das Sílabas             Blog de casadainfancia : Casa da Infância, Jogo das Sílabas
 
Como jogar o Jogo das Sílabas
Em primeiro lugar escolha a palavra de ordem, que será a palavra usada para começar o jogo, combinada previamente entre si e o seu filho ou educando. Por exemplo: “Silabra” (palavra fictícia e engraçada).
Cada vez que disser a palavra “Silabra” o jogo começa: o adulto que está jogando diz palavras do que vê ao seu redor e a criança tem de indicar as sílabas, mas de forma divertida, ou seja, batendo as palmas, batendo os pés, pulando, etc.
Por exemplo, quando vai às compras com o seu filho tem uma excelente oportunidade de praticar este jogo. Entra no supermercado e diz “silabra” (ou outra palavra da sua escolha) e logo começa a brincadeira educacional. Poderá pedir à criança para bater palmas para indicar quantas sílabas a palavra tem: ba-na-na.
Poderá jogar quantas vezes pretender e durante o tempo que achar adequado.
Fonte: http://educamais.com/jogo-das-silabas/

quarta-feira, 12 de março de 2014

Boas maneiras

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")



Educação com música! Sempre uma boa parceria! 

 Rosana Rodrigues

sexta-feira, 7 de março de 2014

Clubinho Salva Vidas - jogo educativo

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")
 





Tudo aquilo que é informado à criança por meio da ação fica registrado e exerce um papel fundamental na estruturação dos princípios que irão reger a sua vida futuramente.  Além dos exemplos oferecidos pelos adultos, brincadeira torna-se uma alavanca deste processo de desenvolvimento e aquisição de novos conceitos e habilidades.
Toda iniciativa que promova a formação infantil para procedimentos de extrema importância no seu futuro, devem ser valorizados. Assim é o caso do Clubinho Salva Vidas, um jogo online que traz noções de segurança no trânsito, preservação da natureza, segurança em ambientes urbanos, cuidados em ambientes aquáticos, entre outros.
Indicado para Crianças a partir de 5 anos, oferece também a possibilidade de interação com outras crianças e experimentar diversos desafios.
Confira gratuitamente pelo link:   www.clubinhosalvavidas.com.br
Abraços,                                                                                                                                                                  Rosana Rodrigues ;-)

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

O futuro é agora

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")


O professor na Sociedade em Rede




Houve uma época em que o professor
pensou que fosse perder espaços para a
 máquina!
Imaginem só o que seríamos sem o
precioso auxílio do computador
acompanhado de toda a tecnologia que
dispomos na atualidade!

terça-feira, 2 de outubro de 2012

O Guia do Cego

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")



 


Objetivos:

Compreender a importância dos outros no crescimento individual.

 

Material: 

Alguns lenços, bastões (pare servir de bengalas) e uma área com obstáculos, de preferência em campo aberto.

 

 Descrição:

1.  O coordenador venda os olhos de quatro ou mais pessoas e fornece uma bengala para cada um, enquanto os outros integrantes permanecem como observadores para tomar nota da forma como os cegos se comportam.

 2.  Os cegos devem caminhar desviando-se dos obstáculos durante determinado intervalo de tempo.

 

Refletir: 

1. Como vocês se sentiram sem poder enxergar? 2. Tiveram medo? Por quê? De quê? 3.  Que acham da sorte dos cegos?  

 

Como Fazer

1. Em seguida, com os mesmos ou outros cegos é substituído o bastão por um guia dentre os integrantes observadores que conduzirá o cego por onde quiser.

 

Refletir:

 1. Como vocês se sentiram nas mãos dos guias? 2. Tiveram confiança ou desconfiança? Por quê? 3. É preferível um bastão ou um guia? Por quê?

 

Como Fazer:

1. Por último, dispõem-se dois voluntários de cego, sendo que um guiará o outro. 2. Ao final, pode-se realizar os mesmos questionamentos do passo anterior.  

 

Refletir: 

1. O que a dinâmica teve de parecido com a vida de cada um?

 

2. Além da cegueira física, vocês conhecem outros tipos de cegueira? Quais? (ira, ignorância, inveja, apatia, soberba, etc.)

 

3. Os homens têm necessidade de guias? Quem são os outros guias? (família, educadores, amigos, os exemplos, etc.)

 

4.      Costumamos confiar nestes guias? O que acontece com quem não aceita o serviço de um guia?

 

5.      Qual a pior cegueira: a física ou a de espírito? Por quê?

 

 

Na escola, depois que a criança já estiver acostumada a seguir instruções e participar de dinâmicas propostas pelo professor, ela terá um bom aproveitamento após participar desta atividade.  A partir de 8 anos.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Ferramentas Sociais da Web favorecendo o alcance de interesses comuns

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")



Bom dia!!

A troca de informações entre os alunos, nos momentos fora da sala de aula, para a expansão e apropriação de conhecimentos ficou facilitada a partir dos recursos disponíveis na web 2.0.

Nesta variedade de opções, podemos verificar que o Messenger, por exemplo, possibilita um diálogo em tempo real, com trocas de informações, de idéias, perguntas e respostas, que precisam ser mais pontuais e rápidas e que, acrescido dos recursos do Google Docs, outra ferramenta interessante, uma sala de aula pode criar uma identidade de grupo de estudos, sob a orientação e mediação do professor. Os alunos podem estruturar, pesquisar, dissertar comunitariamente e divulgar os resultados do seu trabalho constitui uma ferramenta social que promove uma em rede.

Entre outras características, o Messenger favorece um bate papo instantâneo e possui funções como arquivar, registrar contatos, mensagens, encaminhar imagens; há a facilidade de se conversar com mais de uma pessoa ou realizar outra atividade no computador, pois possui alertas sonoros que avisam a chegada de uma nova mensagem.

Já o Google Docs é uma ferramenta chamada colaborativa, pois permite criar arquivos de textos, planilhas, apresentações em conjunto. Permite a construção de textos e a sua correção. Isto significa, por exemplo, iniciar um texto e, a partir do convite que se faz a um colega, terá sua participação imediatamente.


É fantástico!  Vale à pena investir na tarefa de busca de novos recursos!  

Até mais!

Rosana Rodrigues 

quarta-feira, 17 de março de 2010

Organização é tudo!

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")




As orientações feitas baseiam-se numa abordagem comportamental, em que a partir de ações - de ações planejadas - conseguimos transformar comportamentos inadequados naqueles que são produtivos ou que correspondam ao esperado em determinada situação.

Aqui, fala-se no quarto dos pimpolhos, mas podemos estender à quaisquer tarefas rotineiras adequadas à idade da criança e mesmo às lições escolares. Se houver um comportamento que precisa ocorrer ou ser alterado, a melhor forma é conversar sem ameaças ou brigas, mas firmemente mostrando que toda ação tem consequência e sempre valorizar a resposta positiva que a criança apresentar, como forma de mantê-la motivada até que ela própria descubra que o valor está inerente às suas ações e não apenas nas recompensas oferecidas pelos outros.

Abraços!