Ótima parceira da
disciplina, a curiosidade impulsiona os avanços humanos. Pois
"curiosidade" não é só uma característica pueril, como nossos avós
pensavam. É a nossa capacidade de explorar o mundo que nos cerca, de fazer
perguntas.
Muitas escolas ainda
acreditam que ensinar é uma transferência de conhecimento de quem sabe para
quem não sabe. Estas eliminam a possibilidade de formar alunos curiosos: não
querem realmente que o aluno pergunte; querem que ele repita.
De forma
simplificada, é preciso entender que "ensinar" é partir de hipóteses
que o aluno já traz consigo para levá-lo (por meio de problematizações) a
construir novos conhecimentos. É assim que todos aprendemos – confrontando as
ideias que tínhamos com as que nos são apresentadas.
Por isso, manter
alunos acesos e interessados é essencial. Na nova sala de aula, o trabalho
intelectual não é prerrogativa do professor, mas um exercício comum a todos. Ao
estar atento à aprendizagem, o aluno passa a valorizar o conhecimento e a ter o
compromisso de aprender. Mais: aprende a admirar e a respeitar o mundo dos
conceitos, do pensamento, das ideias.
O aluno que aprende a
conciliar curiosidade e disciplina já no Ensino Fundamental certamente irá
longe em sua escolaridade futura, pois adquiriu diversas habilidades
essenciais.
[...]
Da mesma forma,
dispor de tais instrumentos será determinante para o futuro universitário e
para o profissional do século XXI.
Como já se disse,
aquilo que usualmente se chama de sucesso é composto de inspiração e também de
muito trabalho.
[...]
BRESSER, Maria
Helena. Como a escola e os pais podem formar (juntos)
um bom aluno. Disponível em http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/artigos/como-a-escola-e-os-pais-podem-formar-juntos-um-bom-aluno.php.
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