terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

A curiosidade

Ótima parceira da disciplina, a curiosidade impulsiona os avanços humanos. Pois "curiosidade" não é só uma característica pueril, como nossos avós pensavam. É a nossa capacidade de explorar o mundo que nos cerca, de fazer perguntas.

Muitas escolas ainda acreditam que ensinar é uma transferência de conhecimento de quem  sabe para quem não sabe. Estas eliminam a possibilidade de formar alunos curiosos: não querem realmente que o aluno pergunte; querem que ele repita.

De forma simplificada, é preciso entender que "ensinar" é partir de hipóteses que o aluno já traz consigo para levá-lo (por meio de problematizações) a construir novos conhecimentos. É assim que todos aprendemos – confrontando as ideias que tínhamos com as que nos são apresentadas.

Por isso, manter alunos acesos e interessados é essencial. Na nova sala de aula, o trabalho intelectual não é prerrogativa do professor, mas um exercício comum a todos. Ao estar atento à aprendizagem, o aluno passa a valorizar o conhecimento e a ter o compromisso de aprender. Mais: aprende a admirar e a respeitar o mundo dos conceitos, do pensamento, das ideias.

O aluno que aprende a conciliar curiosidade e disciplina já no Ensino Fundamental certamente irá longe em sua escolaridade futura, pois adquiriu diversas habilidades essenciais.

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Da mesma forma, dispor de tais instrumentos será determinante para o futuro universitário e para o profissional do século XXI.

Como já se disse, aquilo que usualmente se chama de sucesso é composto de inspiração e também de muito trabalho.

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 Fonte: 
 
BRESSER, Maria Helena. Como a escola e os pais podem formar (juntos) um bom aluno. Disponível em http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/artigos/como-a-escola-e-os-pais-podem-formar-juntos-um-bom-aluno.php.

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