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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Dever de casa

Quatro e quatro oito

oito e oito dezesseis

Repitam! Diz o professor

Dois e dois quatro

Quatro e quatro oito

Oito e oito dezesseis

Mais eis o pássaro-lira

que passa pelo céu

o menino vê

o menino ouve

o menino chama

Venha me salvar

venha brincar comigo

seu pássaro!

Então o pássaro desce

e brinca com o menino

Dois e dois quatro...

Repitam! diz o professor

E o menino brinca

e o pássaro brinca com ele...

Quatro e quatro oito

Oito e oito dezesseis

Dezesseis e dezesseis fazem quanto?

Eles não fazem nada dezesseis e dezesseis

De todo modo

trinta e dois é que não fazem

e eles se vão

E a criança escondeu o pássaro

em sua carteira

e todas as crianças

ouvem a sua canção

e todas as crianças

ouvem essa musica

e oito e oito por sua vez já se vão

e quatro e quatro e dois e dois

por sua vez se mandam dali

e um e um não fazem nem um nem dois

um e um se vão também.

E o pássaro-lira volteia

E a criança canta

E o professor grita:

Quando acabará de fazer papel de palhaço?

Mas todas as crianças

ouvem a música

E as paredes da sala

Desabam tranquilamente

E os vidros voltam a ser areia

A tinta volta a ser água

As carteiras voltam a ser árvores

O giz volta a ser falésia
 
A pena de escrever volta a ser pássaro”

 
(Prévert, Jacques. Dia de folga)

 

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

A curiosidade

Ótima parceira da disciplina, a curiosidade impulsiona os avanços humanos. Pois "curiosidade" não é só uma característica pueril, como nossos avós pensavam. É a nossa capacidade de explorar o mundo que nos cerca, de fazer perguntas.

Muitas escolas ainda acreditam que ensinar é uma transferência de conhecimento de quem  sabe para quem não sabe. Estas eliminam a possibilidade de formar alunos curiosos: não querem realmente que o aluno pergunte; querem que ele repita.

De forma simplificada, é preciso entender que "ensinar" é partir de hipóteses que o aluno já traz consigo para levá-lo (por meio de problematizações) a construir novos conhecimentos. É assim que todos aprendemos – confrontando as ideias que tínhamos com as que nos são apresentadas.

Por isso, manter alunos acesos e interessados é essencial. Na nova sala de aula, o trabalho intelectual não é prerrogativa do professor, mas um exercício comum a todos. Ao estar atento à aprendizagem, o aluno passa a valorizar o conhecimento e a ter o compromisso de aprender. Mais: aprende a admirar e a respeitar o mundo dos conceitos, do pensamento, das ideias.

O aluno que aprende a conciliar curiosidade e disciplina já no Ensino Fundamental certamente irá longe em sua escolaridade futura, pois adquiriu diversas habilidades essenciais.

[...]

Da mesma forma, dispor de tais instrumentos será determinante para o futuro universitário e para o profissional do século XXI.

Como já se disse, aquilo que usualmente se chama de sucesso é composto de inspiração e também de muito trabalho.

[...]

 Fonte: 
 
BRESSER, Maria Helena. Como a escola e os pais podem formar (juntos) um bom aluno. Disponível em http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/artigos/como-a-escola-e-os-pais-podem-formar-juntos-um-bom-aluno.php.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Vamos escrever bem?

Bom dia, querid@s!!


Complementando as ideias comentadas no post “Escrever bem”, vale a dica de visita ao link

http://www.prof2000.pt/users/folhalcino/ideias/comunica/redaccao.htm. Lá existem passos bem interessantes para se experimentar a aventura da escrita!   




Veja alguns deles:


* Inspire-se para escrever seu texto. Registre suas ideias. Aquelas que vão surgindo, mesmo em momentos inesperados.

* Organize seu tempo para que possa escrever ao longo de um determinado período, ao invés de tentar realizar a tarefa de uma vez só. Isso permite que releia o seu texto mais relaxado e, assim, possa captar possíveis equívocos ao longo do processo.

* Apresente uma sequência para conduzir o leitor: apresente seu tema, desenvolva-o e, por fim, conclua seu pensamento.

* Utilize palavras que forneçam uma imagem nítida do que diz para adequar seu texto ao leitor.

* Não deixe dúvidas: é fundamental que esclareça os principais conceitos para que o leitor possa acompanhar seu raciocínio.

* Inserir credibilidade ao seu texto, apoiando-o em referências

* Deixe sua marca na sua escrita: seu estilo, opiniões, contribuições, experiências... Mas lembre-se que escrever também é uma arte e, como tal, está passível de diversas interpretações! Cuide ao máximo na escolha das palavras para registrar exatamente o que quer dizer.

* Não perder o foco da escrita. Cada parte do texto faz parte de uma contribuição para a compreensão da sua ideia central.

* Elimine os erros gramaticais.

* A formatação é importante. Indica cuidado nas suas  produções.


* Por fim, divulgue! Depois de tanto trabalho, ele merece a atenção de leitores!



AbrAção,

Rosana Rodrigues 



terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Escrever bem




Bom dia!!


Lendo as dicas de um bom texto feitas por jovens que passaram pelas agruras do vestibular da Unicamp e obtiveram sucesso, encontrei a orientação da profª Matilde Scaramucci*, ex-presidente da banca de redação e atual diretora do Instituto de Estudos de Linguística da Unicamp, dizendo que para uma boa redação: "o candidato precisa saber para quem ele escreve, com que propósito ele está redigindo, em qual gênero (carta, editorial, verbete) e como ele está se expressando como enunciador”.

E é verdade. Uma das primeiras lições que devemos aprender é que escrevemos para os outros... o texto escrito precisa ser solidário, saboroso, claro... Costumo dizer que o outro não está na nossa mente para compreender aquilo que queremos dizer e nem sempre estamos ao lado do outro para explicar...

Por intermédio do texto podemos refletir e aperfeiçoar as nossas ideias. Criatividade, tranquilidade, atenção e conhecimento sobre o assunto ajudam muito nesta tarefa.

E não tem jeito! Escreve bem aquele que lê bem e ler bem pressupõe quantidade em leitura. É ela que enriquece o vocabulário suficientemente para que o escritor possa dar asas à sua imaginação!


AbrAção,


Rosana Rodrigues 



*http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/11/09/unicamp-autores-das-melhores-redacoes-do-vestibular-dao-dicas-para-fazer-um-bom-texto.htm

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

As responsabilidades do aprendizado

Bom dia, amig@s!


Toda ação humana é impregnada de intencionalidade. Intencionalidade que dissemina e imprime aos quatro ventos, valores, crenças e costumes de uma pessoa ou grupo que apresentam grandes possibilidades de serem reproduzidos.

Assim, pretensiosamente, incluo o vídeo abaixo, intencionando despertar momentos de reflexão e, quem sabe, iniciar uma discussão sobre as atitudes necessárias e/ou estímulos interessantes para que, além das palavras - ferramentas comumente utilizadas pelo professor - possamos manifestar padrões comportamentais que indiquem determinação e transformação contrapondo-se ao desânimo e rotina; a força do desejo e a busca do conhecimento em prol da aprendizagem, uma vez que toda manifestação gerada por um educador poderá ser potencialmente reproduzida e até reformulada por seu educando.



Alguém se habilita a compartilhar algumas ideias?


AbrAção,

Rosana Rodrigues 

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

O direito da criança - Ruth Rocha


Ruth Rocha é fabulosa.



Sempre admirei a forma como suas palavras bailam e expressam de forma tão precisa e poética questões e situações que fazem parte do mundo infantil.  É o caso deste poema. Fala a respeito de questões legais, educacionais, de lazer, humanos, que deveriam ser minimamente respeitados.



Também pode ser interessante conhecer o que diz a Declaração Universal dos Direitos das Crianças e o Estatuto da Criança e do Adolescente. A primeira diz respeito aos princípios estabelecidos em documento aprovado na Assembleia Geral da ONU, em 1959,  que orienta todos os países a respeitarem as necessidades básicas das crianças e o segundo, a lei nº 8069, dispõe sobre as condições para que as crianças e adolescentes do Brasil tenham uma vida mais digna.


Documentos que merecem estudo e reflexão e, mais ainda, que se façam vale na prática. Neste momento, a leitura deste pelo poema, dá a dimensão de um quadro que deveria envolver todas as crianças indistintamente.



Toda criança do mundo

Deve ser bem protegida
Contra os rigores do tempo
Contra os rigores da vida.


Criança tem que ter nome
Criança tem que ter lar
Ter saúde e não ter fome
Ter segurança e estudar.


Não é questão de querer

Nem questão de concordar
Os direitos das crianças
Todos tem de respeitar.
Direito de perguntar…
Ter alguém pra responder.
A criança tem direito
De querer tudo saber.

A criança tem direito
Até de ser diferente.
E tem que ser bem aceita
Seja sadia ou doente.
Tem direito à atenção
Direito de não ter medos
Direito a livros e a pão
Direito de ter brinquedos.
Mas a criança também
Tem o direito de sorrir.
Correr na beira do mar,
Ter lápis de colorir…
Ver uma estrela cadente,
Filme que tem robô,
Ganhar um lindo presente,
Ouvir histórias do avô.
Descer no escorregador,
Fazer bolha de sabão,
Sorvete, se faz calor,
Brincar de adivinhação.
Morango com chantilly,
Ver mágico de cartola,
O canto do bem-te-vi,
Bola, bola, bola bola!
Lamber fundo de panela
Ser tratada com afeição
Ser alegre e tagarela
Poder também dizer não!
Carrinho, jogos, bonecas,
Montar um jogo de armar,
Amarelinha, petecas,
E uma corda de pular.
Um passeio de canoa,
Pão lambuzado de mel,
Ficar um pouquinho à toa…
Contar estrelas no céu…






Ficar lendo revistinha,
Um amigo inteligente,
Pipa na ponta da linha,
Um bom dum cachorro quente.
Festejar o aniversário,
Com bala, bolo e balão!
Brincar com muitos amigos,
Dar uns pulos no colchão.
Livros com muita figura,
Fazer viagem de trem,
Um pouquinho de aventura…
Alguém para querer bem…
Festinha de São João,
Com fogueira e com bombinha,
Pé de moleque e rojão,
Com quadrilha e bandeirinha.
Andar debaixo de chuva,
Ouvir música e dançar.
Ver carreiro de saúva,
Sentir o cheiro do mar.
Pisar descalça no barro,
Comer frutas no pomar,
Ver casa de joão-de-barro,
Noite de muito luar.
Ter tempo pra fazer nada,
Ter quem penteie os cabelos,
Ficar um tempo calada…
Falar pelos cotovelos.
E quando a noite chegar,
Um bom banho, bem quentinho,
Sensação de bem estar…
De preferência com colinho.
Uma caminha macia,
Uma canção de ninar,
Uma história bem bonita,
Então, dormir e sonhar…
Embora eu não seja rei,
Decreto, neste país,
Que toda, toda criança
Tem direito a ser feliz!

AbrAção,
Rosana Rodrigues 

 Encontrado em:
 http://www.campolargo.pr.gov.br/uploads/O%20direito%20da%20crian%C3%A7a%20Ruth%20Rocha.pdf

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Ler é bom!

Boa noite, Querid@s!

Há anos atrás, desenvolvi uma pesquisa sobre a leitura no ensino fundamental I, buscando caracterizar, identificar e encontrar formas para desenvolver o hábito e o gosto pela leitura nesta faixa etária, mais especificamente o 6ºano (antiga 5ª série)*.
Depois analisar as atitudes de todos os envolvidos no processo a partir da aplicação de testes, trabalhar textos, intervir com aulas sob mecanismos de controle e muita observação, confirmamos que a mediação do professor por meio da afetividade é essencial para que a criança desperte o interesse e se envolva com as atividades de leitura.
E isto é o óbvio! Sem maiores explicações, é bom reforçar que para a criança, o contato com modelos que se interessem, gostem e pratiquem o ato de ler é de fundamental importância para construção do seu processo de letramento, ou seja, a sua constituição de leitor passa por todas as experiências relacionadas ao material escrito que pode ter acesso. 
Não se trata de estimular a criança, para que prematuramente ela inicie seu processo de alfabetização, mas sim, proporcionar-lhe momentos agradáveis envolvendo o ato de ler. Para criança perceber todo o universo que é possível a partir desta atividade.
Se forem os pais os primeiros leitores que a criança vir a conhecer e se eles puderem partilhar momentos de leitura com ela, certamente, teremos um leitor em potencial!
Mais tarde voltarei a falar sobre este assunto. Por ora, selecionei alguns contos, poesias e histórias para deixa-las aqui na CDI, ao longo desta semana.
AbrAção,
Rosana Rodrigues 
*SILVA, Rosana Rodrigues Gomes da Silva. Leitura: as faces de um processo. 1997. 150f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Faculdade de Educação, UNICAMP, Campinas. 1997. 

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Brincar

Querid@s, bom dia!

Ainda ontem falei sobre a necessidade de brincar com as nossas crianças e encontrei, nos meus arquivos, um texto muito interessante da Marina Marcondes Machado

Vejam só:

Era uma vez uma mulher.
Era uma vez uma mulher que amou um homem.
Era uma vez uma mulher que amou um homem e ficou grávida.
Era uma vez uma mulher que amou um homem e ficou grávida e deu à luz um bebê.
Era uma vez uma mulher que amou um homem e ficou grávida e deu à luz um bebê e começou a amamentá-lo.
Era uma vez uma mulher que amou um homem e ficou grávida e deu à luz um bebê e começou a amamentá-lo e a brincar com ele.
Era uma vez uma mulher que amou um homem e ficou grávida e deu à luz um bebê e começou a amamentá-lo e a brincar com ele e a se lembrar de quando brincava de mamãe com suas bonecas.
Era uma vez uma mulher que amou um homem e ficou grávida e deu à luz um bebê e começou a amamentá-lo e a brincar com ele e a se lembrar de quando brincava de mamãe com suas bonecas achando graça da ideia de seu filho ser seu boneco sem se dar conta de que um dia já fora boneca de sua mãe.
Era uma vez uma mulher que amou um homem e ficou grávida e deu à luz um bebê e começou a amamentá-lo e a brincar com ele e a se lembrar de quando brincava de mamãe com suas bonecas achando graça da ideia de seu filho ser seu boneco sem se dar conta de que no início todos os filhos são brinquedos de suas mães.
Era uma vez um bebê que teve a sorte de ser por um instante brinquedo de sua mãe aprendendo a brincar com ela para assim tomar posse do seu próprio brincar e passar a viver criativamente no mundo.



Neste texto, encontro beleza na representação de vida marcada pela sonoridade oferecida por sua construção e a força que emana de cada passagem apresentando o sentido e o significado das interações e construções realizadas a partir do modelo, da partilha, do cuidado. Muito belo!
Se quiserem, comentem! Será um prazer saber o que pensam a respeito!


AbrAção,
Rosana Rodrigues 




domingo, 3 de janeiro de 2016

Pesquisa sobre obesidade infantil - resultados

 Bom dia, amig@s!
Em junho de 2015 realizei uma pesquisa sobre obesidade infantil para cumprir créditos em uma especialização em Tecnologia, Formação de Professores e Sociedade.
Assim, antes de tudo, quero agradecer a todos aqueles que dispensaram a sua atenção para colaborar com a pesquisa que desenvolvi sobre a obesidade infantil. Foram informações preciosas que permitiram o alcance de dados importantes sobre o quadro da obesidade em crianças de 7 a 12 anos.
Os dados coletados confirmaram que vivemos num período em que as crianças estão desenvolvendo hábitos alimentares e de convívio que estão modificando a sua estrutura corporal e, consequentemente, até psicossocial em função das facilidades de acesso às mídias, intermediadas pela programação televisiva.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a obesidade infantil “a epidemia do século”. Além das consequências físicas geradas pelo aumento de peso, ela provoca uma série de subprodutos emocionais e sociais em crianças e adolescentes com desdobramento ao longo de suas vidas.
Ao longo dos últimos 30 anos, no Brasil, os índices de aumento de peso cresceram significativamente. São crianças e adolescentes vitimados por dietas inadequadas e pela ausência de atividades físicas.
A obesidade infantil caracteriza-se pelo excesso de peso entre bebês e crianças de até 12 anos de idade, quando seu peso corporal ultrapassa em 15% o peso médio correspondente a sua idade. O cálculo é feito através do índice de massa corporal (IMC), calculado da seguinte maneira: peso (em kg) dividido pela altura ao quadrado.
O principal resultado do estudo realizado foi a constatação da força da mídia televisiva em relação as imagens apresentadas nas animações direcionadas ao público infantil. A percepção é clara de que, embora seja um ser em desenvolvimento, caminhando em seu processo de aprendizado e crescimento, a criança exerce, no âmbito familiar, um poder significativo quanto a seleção e consumo de produtos feitos pelos adultos que convivem com ela. Em outras palavras, a sugestão feita pela programação da TV é fortalecida pelos gostos infantis e influencia as opções e escolhas efetivadas pelo público em geral.
Não consegui estabelecer uma relação direta entre os desenhos preferidos pelas crianças participantes da pesquisa e seu peso corporal, mas independente disto, sabemos que a obesidade é um assunto a ser tratado no âmbito da saúde pública e a formação do hábito alimentar acontece no contexto social da criança. Dito isto, não há como isentar a educação no controle e formação de novos padrões comportamentais que permitam a formação de crianças conscientes em adultos saudáveis, física e emocionalmente.
Assim que possível publicarei o artigo produzido na íntegra. Aguardem!
Abraços fraternos,
Rosana Rodrigues 

 

terça-feira, 7 de abril de 2015

Dia do jornalista

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")








A comunicação sempre se fez presente em todos os estágios de evolução humana. Mas, a origem do jornal se deu na Europa por meio dos ingleses, franceses, alemães e, mais tardiamente, o jornal chegou aos Estados Unidos e na América. O Jornal possui a responsabilidade de instigar seus leitores a pensar, a estimular seu senso crítico e a debater temas de interesse da sociedade.

Hoje, ser Jornalista é ser um profissional da Informação. Sua função é coletar informações que sejam de interesse público e divulgá-las para a sociedade. Entre as especialidades da profissão, um jornalista pode ser: arquivista pesquisador, assessor de imprensa, diretor de redação, editor, jornalista, produtor de texto, repórter de televisão ou rádio, revisor, repórter fotográfico.

São esses profissionais que recolhem, apuram, selecionam, redigem, difundem ideias e as registram através de imagens e de sons. Eles ainda são responsáveis por interpretar e organizar as informações e notícias a serem difundidas, expondo, analisando e comentando os acontecimentos. A divulgação dessas informações pode ser feita através de jornais, revistas, televisão, rádio, internet, assessorias de imprensa e quaisquer outros meios de comunicação com o público. O trabalho de todo profissional da informação deve ser orientado no sentido de garantir o direito à informação qualificada, ética, democrática e cidadã para toda a população.


quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Feliz natal


(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")



TODO DIA É DIA DE NATAL!






Veja nas cores do mundo
No brilho das flores
Na luz do Luar


Sinta o sol que te aquece
O sopro do vento
A chuva e o mar


Preste atenção às pessoas
Em cada sorriso
Em cada olhar


Estenda a mão com carinho
A gente se ajuda
Tentando ajudar


Como se fosse Natal
Tempo do bem, celebrar
Faça do amor, da bondade
O maior motivo para festejar


Todo dia, é dia de Natal
Cada dia, é um dia especial
Todo mundo carrega uma luz
A estrela do amor nos conduz
Para junto da felicidade que existe em Jesus.


Todo dia, é um dia de Natal
Cada dia, é um dia especial
Todo mundo carrega uma luz
A estrela do amor nos conduz
Para junto da felicidade que existe em Jesus.


Como se fosse Natal
Tempo do bem, celebrar
Faça do amor, da bondade
O maior motivo para festejar


Todo dia, é dia de Natal
Cada dia, é um dia especial.
Todo mundo carrega uma luz
A estrela do amor nos conduz
Para junto da felicidade que existe em Jesus.


Para junto da felicidade que existe em Jesus.
Para junto da felicidade que existe em Jesus



domingo, 6 de julho de 2014

Jogo das Sílabas

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")
 
 
 
 
Jogo das sílabas é uma atividade divertida que poderá fazer com as crianças maiores de 3 anos com ou sem dificuldades de aprendizagem.
Este é um jogo de linguagem simples e divertido que pode ser realizado em qualquer lugar e ajustado à sua rotina. Estimula a linguagem oral e trabalha a estrutura das palavras, prevenindo futuros problemas relacionados com a leitura e com a escrita. Trabalha o conceito de palavra e a consciência silábica.
Blog de casadainfancia : Casa da Infância, Jogo das Sílabas        Blog de casadainfancia : Casa da Infância, Jogo das Sílabas          Blog de casadainfancia : Casa da Infância, Jogo das Sílabas             Blog de casadainfancia : Casa da Infância, Jogo das Sílabas
 
Como jogar o Jogo das Sílabas
Em primeiro lugar escolha a palavra de ordem, que será a palavra usada para começar o jogo, combinada previamente entre si e o seu filho ou educando. Por exemplo: “Silabra” (palavra fictícia e engraçada).
Cada vez que disser a palavra “Silabra” o jogo começa: o adulto que está jogando diz palavras do que vê ao seu redor e a criança tem de indicar as sílabas, mas de forma divertida, ou seja, batendo as palmas, batendo os pés, pulando, etc.
Por exemplo, quando vai às compras com o seu filho tem uma excelente oportunidade de praticar este jogo. Entra no supermercado e diz “silabra” (ou outra palavra da sua escolha) e logo começa a brincadeira educacional. Poderá pedir à criança para bater palmas para indicar quantas sílabas a palavra tem: ba-na-na.
Poderá jogar quantas vezes pretender e durante o tempo que achar adequado.
Fonte: http://educamais.com/jogo-das-silabas/

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Dia das Mães

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")
 
 

Segue um texto interessante capturado no Portal da Família.
Além da comemoração comercial - inevitável - é bom lembrar do valor e importância dessa figura em nossas vidas. Sua força, resistência, presença constante, paciência na medida e amor!
Infelizmente existem as exceções, não podemos fechar os olhos para essa realidade, mas a regra é a presença marcante na vida de qualquer um!
 
A origem do Dia das Mães
 
A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.
O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.
Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República".
Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a ideia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A ideia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.
Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.
Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.
"Não criei o dia das mães para ter lucro"
O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia as mães para ter lucro", disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesta mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.
Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.
Cravos: símbolo da maternidade
Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.
No Brasil
O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.
 

Texto compilado das seguintes fontes
- Pesquisa de Daniela Bertocchi Seawright para o site Terra,
http://www.terra.com.br/diadasmaes/odia.htm
Fontes / Imagens:
· Norman F. Kendall, Mothers Day, A History of its Founding and its Founder, 1937.
· Main Street Mom
· West Virginia Oficial Site
- O Guia dos Curiosos - Marcelo Duarte. Cia da Letras, S.P., 1995.
- Revista Vtrine - artigo - Abril, S.P., 1999