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quinta-feira, 3 de março de 2016

Síndrome do bebê sacudido

Pessoal,
Como tratamos diretamente com crianças e, muitas vezes, também com bebês, este vídeo tem a função de alertar sobre algo que nos parece tão óbvio, mas que por falta de conhecimento - ou bom senso - atinge um cem número de pequenos vitimados por ações de adultos: a síndrome do bebê sacudido.
Importante salientar que aqui é apresentada a possibilidade de lesões por conta da agressividade, mas não se esqueçam que existem brincadeiras de alguns indivíduos que podem gerar as mesmas consequências.
Cabe a nós a tarefa de alertar e divulgar.
AbrAção!



terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

A criança de 1 a 3 anos


Bom dia!!

O material que segue é muito útil para professores e cuidadores, pois apresenta, de forma clara e objetiva, as características, necessidades e cuidados que uma criança na 1ª infância requer.


                               


Acesse o link:

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Atividades sensório motoras



A atividade lúdica para a criança, além de prazerosa,  sempre tem um caráter exploratório, possibilitando o exercício corporal, o treino do ritmo, harmonia e desenvoltura corporal. A criança se reconhece enquanto agente de seu espaço.
Estas são algumas atividades que contribuem para o desenvolvimento da coordenação motora ampla, indicado para crianças até 6 anos:
1. andar livremente, batendo palmas;
2. andar para frente;
3. andar de costas;
4. andar com as mão na cabeça ou na cintura;
5. andar na ponta dos pés;
6. andar encostando um pé à frente do outro;
Estes requerem a discriminação visual:
7. andar sobre diferentes tipos de linhas traçadas no chão (retas e curvas) ou sobre o contorno de figuras geométricas;
8. andar, com as pernas abertas, sobre uma corda esticada no chão;
Agora, também, a discriminação auditiva:
9. andar procurando seguir determinado ritmo, que poderá variar do mais lento ao mais rápido (utilizar palmas, batidas do pé, músicas etc para marcar o ritmo);
10. andar aos pares ou trios, de mãos dadas, seguindo em estímulo auditivo (música,por exemplo); cessando o estímulo, as duplas ou trios param. Repetir várias vezes.

FONTE: RIZZI, L e HAYDT, RC. Atividades Lúdicas na Educação da criança. SP: Ática, 2007.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Ler é bom!

Boa noite, Querid@s!

Há anos atrás, desenvolvi uma pesquisa sobre a leitura no ensino fundamental I, buscando caracterizar, identificar e encontrar formas para desenvolver o hábito e o gosto pela leitura nesta faixa etária, mais especificamente o 6ºano (antiga 5ª série)*.
Depois analisar as atitudes de todos os envolvidos no processo a partir da aplicação de testes, trabalhar textos, intervir com aulas sob mecanismos de controle e muita observação, confirmamos que a mediação do professor por meio da afetividade é essencial para que a criança desperte o interesse e se envolva com as atividades de leitura.
E isto é o óbvio! Sem maiores explicações, é bom reforçar que para a criança, o contato com modelos que se interessem, gostem e pratiquem o ato de ler é de fundamental importância para construção do seu processo de letramento, ou seja, a sua constituição de leitor passa por todas as experiências relacionadas ao material escrito que pode ter acesso. 
Não se trata de estimular a criança, para que prematuramente ela inicie seu processo de alfabetização, mas sim, proporcionar-lhe momentos agradáveis envolvendo o ato de ler. Para criança perceber todo o universo que é possível a partir desta atividade.
Se forem os pais os primeiros leitores que a criança vir a conhecer e se eles puderem partilhar momentos de leitura com ela, certamente, teremos um leitor em potencial!
Mais tarde voltarei a falar sobre este assunto. Por ora, selecionei alguns contos, poesias e histórias para deixa-las aqui na CDI, ao longo desta semana.
AbrAção,
Rosana Rodrigues 
*SILVA, Rosana Rodrigues Gomes da Silva. Leitura: as faces de um processo. 1997. 150f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Faculdade de Educação, UNICAMP, Campinas. 1997. 

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Brincar

Querid@s, bom dia!

Ainda ontem falei sobre a necessidade de brincar com as nossas crianças e encontrei, nos meus arquivos, um texto muito interessante da Marina Marcondes Machado

Vejam só:

Era uma vez uma mulher.
Era uma vez uma mulher que amou um homem.
Era uma vez uma mulher que amou um homem e ficou grávida.
Era uma vez uma mulher que amou um homem e ficou grávida e deu à luz um bebê.
Era uma vez uma mulher que amou um homem e ficou grávida e deu à luz um bebê e começou a amamentá-lo.
Era uma vez uma mulher que amou um homem e ficou grávida e deu à luz um bebê e começou a amamentá-lo e a brincar com ele.
Era uma vez uma mulher que amou um homem e ficou grávida e deu à luz um bebê e começou a amamentá-lo e a brincar com ele e a se lembrar de quando brincava de mamãe com suas bonecas.
Era uma vez uma mulher que amou um homem e ficou grávida e deu à luz um bebê e começou a amamentá-lo e a brincar com ele e a se lembrar de quando brincava de mamãe com suas bonecas achando graça da ideia de seu filho ser seu boneco sem se dar conta de que um dia já fora boneca de sua mãe.
Era uma vez uma mulher que amou um homem e ficou grávida e deu à luz um bebê e começou a amamentá-lo e a brincar com ele e a se lembrar de quando brincava de mamãe com suas bonecas achando graça da ideia de seu filho ser seu boneco sem se dar conta de que no início todos os filhos são brinquedos de suas mães.
Era uma vez um bebê que teve a sorte de ser por um instante brinquedo de sua mãe aprendendo a brincar com ela para assim tomar posse do seu próprio brincar e passar a viver criativamente no mundo.



Neste texto, encontro beleza na representação de vida marcada pela sonoridade oferecida por sua construção e a força que emana de cada passagem apresentando o sentido e o significado das interações e construções realizadas a partir do modelo, da partilha, do cuidado. Muito belo!
Se quiserem, comentem! Será um prazer saber o que pensam a respeito!


AbrAção,
Rosana Rodrigues 




domingo, 3 de janeiro de 2016

Pesquisa sobre obesidade infantil - resultados

 Bom dia, amig@s!
Em junho de 2015 realizei uma pesquisa sobre obesidade infantil para cumprir créditos em uma especialização em Tecnologia, Formação de Professores e Sociedade.
Assim, antes de tudo, quero agradecer a todos aqueles que dispensaram a sua atenção para colaborar com a pesquisa que desenvolvi sobre a obesidade infantil. Foram informações preciosas que permitiram o alcance de dados importantes sobre o quadro da obesidade em crianças de 7 a 12 anos.
Os dados coletados confirmaram que vivemos num período em que as crianças estão desenvolvendo hábitos alimentares e de convívio que estão modificando a sua estrutura corporal e, consequentemente, até psicossocial em função das facilidades de acesso às mídias, intermediadas pela programação televisiva.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a obesidade infantil “a epidemia do século”. Além das consequências físicas geradas pelo aumento de peso, ela provoca uma série de subprodutos emocionais e sociais em crianças e adolescentes com desdobramento ao longo de suas vidas.
Ao longo dos últimos 30 anos, no Brasil, os índices de aumento de peso cresceram significativamente. São crianças e adolescentes vitimados por dietas inadequadas e pela ausência de atividades físicas.
A obesidade infantil caracteriza-se pelo excesso de peso entre bebês e crianças de até 12 anos de idade, quando seu peso corporal ultrapassa em 15% o peso médio correspondente a sua idade. O cálculo é feito através do índice de massa corporal (IMC), calculado da seguinte maneira: peso (em kg) dividido pela altura ao quadrado.
O principal resultado do estudo realizado foi a constatação da força da mídia televisiva em relação as imagens apresentadas nas animações direcionadas ao público infantil. A percepção é clara de que, embora seja um ser em desenvolvimento, caminhando em seu processo de aprendizado e crescimento, a criança exerce, no âmbito familiar, um poder significativo quanto a seleção e consumo de produtos feitos pelos adultos que convivem com ela. Em outras palavras, a sugestão feita pela programação da TV é fortalecida pelos gostos infantis e influencia as opções e escolhas efetivadas pelo público em geral.
Não consegui estabelecer uma relação direta entre os desenhos preferidos pelas crianças participantes da pesquisa e seu peso corporal, mas independente disto, sabemos que a obesidade é um assunto a ser tratado no âmbito da saúde pública e a formação do hábito alimentar acontece no contexto social da criança. Dito isto, não há como isentar a educação no controle e formação de novos padrões comportamentais que permitam a formação de crianças conscientes em adultos saudáveis, física e emocionalmente.
Assim que possível publicarei o artigo produzido na íntegra. Aguardem!
Abraços fraternos,
Rosana Rodrigues 

 

segunda-feira, 29 de junho de 2015

PESQUISA - Obesidade Infantil



(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")



Prezad@s leitores,
Estou realizando uma pesquisa sobre hábitos de alimentação e de lazer de crianças entre 7 e 12 anos relacionando ao desenvolvimento saudável de peso e altura. Gostaria muito de contar com a participação de vocês!
São só alguns minutinhos para responder ao questionário deste link. 
Em breve postarei aqui os resultados e considerações a respeito.
Antecipadamente, agradeço a colaboração de todos!
Rosana Rodrigues {#}

terça-feira, 14 de abril de 2015

Sindrome do bebe sacudido

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")







Boa tarde, pessoal!
Devemos chamar a atenção para algo gravíssimo, que muitas pessoas não tem nem uma vaga ideia das consequências na vida de uma criança!
Beijos!

quarta-feira, 12 de março de 2014

Mordidas infantis na escola

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")
 
É muito constrangedor para o professor se deparar com uma mordida, no meio do período escolar. Muitas vezes ele nem sabe o que fazer com aquela criança que insiste em manter o comportamento de morder.
Para auxiliar no processo de resgate da harmonia na sala de aula, deem uma olhadinha no guia abaixo que encontrei no facebook, na página Inclusão.
Ele oferece dicas para que educadores possam (re-)elaborar a sua ação de forma mais efetiva para minimizar episódios estressantes para todos os envolvidos.
E lembrando: sempre que uma criança que consegue conversar sobre seus anseios será uma adulto capaz de argumentar sobre suas inquietações.
Rosana Rodrigues {#}
 
 


sábado, 12 de outubro de 2013

Ser criança

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")
 
 

 
Amigos,
 
Encontrei este texto no blog Pensamento Nosso. Além da beleza ao apresentar uma criança, lembra ao adulto que ele,  se assim desejar, pode conviver alegremente com a sua criança interior ou, quem sabe, resgatá-la para viver harmoniosamente com ela. Gostei e partilho com vocês.
Escrita por Maria Alice Estrella que, segundo o mesmo blog, é uma poetisa gaúcha, que, entre outras atividades, é cronista colaboradora do jornal Diário Popular de Porto Alegre, numa uma coluna semanal.
Beijos,
Rosana Rodrigues**
 
Blog de casadainfancia : Casa da Infância, Ser criança
 
"Ser criança é estar de mãos dadas com a vida na melhor das intenções. É acreditar no momento presente com tudo o que oferece, é aceitar o novo e desejar o máximo.
Ser criança é estar em constante estágio de aprendizado, é querer buscar e descobrir verdades sem a armadura da dúvida.
Ser criança é ter um riso franco esparramado pelo rosto, mesmo em dia de chuva, é adorar deitar na grama, ver figuras nas nuvens e criar histórias.
Ser criança é colar o nariz na vidraça e espiar o dia lá fora. É gostar de casquinha de sorvete, de bolo de chocolate, de passar a ponta do dedo no merengue.
Ser criança é acreditar, esperar, confiar. E é ter coragem de não ter medo.
Ser criança é saber embrulhar desapontamentos e abrir caixinhas de surpresas.
Ser criança é ter sempre uma pergunta na ponta da língua e querer muito todas as respostas.
Ser criança é misturar sorvete com televisão, computador com cheiro de flor, passarinho com goma de mascar, lágrimas com sorrisos.
Ser criança é habitar no país da fantasia, viver rodeado de personagens imaginários, gostar de quem olha no olho e fala baixo.
Ser criança é gostar de sentar na janela e detestar a hora de ir para a cama.
Ser criança é cantar fora do tom e dar risadas se alguém corrige.
Ser criança é ser capaz de perdoar e anestesiar a dor com uma dose de sabedoria genuína e peculiar.
Ser criança é andar confiante por caminhos difíceis e desconhecidos na ânsia de desvendar mistérios.
Ser criança é gostar de brincadeira, do sonho, do impossível. Criança é saber nada e poder tudo.
Ser criança é detestar relógios e compromissos. É ter pouca paciência e muita pressa.
E ser criança é, também, ser o adulto que nunca esqueceu da criança que foi um dia. O adulto que consegue se reencontrar com a criança que ainda vive no seu íntimo e mais precioso território. Aquele pedaço que justifica todos os percalços e que dignifica todos os tropeços. A ingenuidade restaurada no dia-a-dia e que o transforma em herói, ao reler as histórias de sua própria vida, narradas pela criança que o abraça, nas entrelinhas de um tempo que permanece imutável porque sagrado. O tempo do princípio, da origem, da própria essência."

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Higiene Pessoal

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")



Um texto bem interessante que pode ser trabalhado de diferentes maneiras: lido, dramatizado, contado, cantado... usando a imaginação, podemos fazer atividades envolventes.
 Este texto foi retirado do blog:
que também vale a pena ser visitado!





sexta-feira, 25 de maio de 2012

Características Infantis do 1º mês aos 3 anos de idade

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")


Encontrei este arquivo no meu micro... resolvi repassar. É um resumo que apresenta as características principais (e muito gerais!) de cada estágio de desenvolvimento.

Lembrando que se constitui apenas numa, pois cada criança tem características que lhes são próprias!

Bjs
 
 
 
 


1 mês
Altura: 54 cm
Peso: 4 kg

Desenvolvimento:

A cabeça é grande e pesada, mas aos poucos vai fortalecendo o pescoço.

É capaz de erguê-la quando de bruços. Já consegue mover simetricamente os pés e as mãos.

Vê somente sombras e apenas a uma distância menor de 30 centímetros.

Característica:

A respiração é irregular e barulhenta. Dorme a maior parte do tempo. Nada nem ninguém o deixa mais tranquilo do que a presença da mãe. Pode reconhecê-la pelo cheiro. De tanto chorar, vai descobrir ser esse o seu melhor recurso para conseguir atenção.

Destaque:

Tem dezenas de reflexos, como o que faz agarrar coisas com tanta força que seria capaz de se sustentar nas mãos.
 
 
 
 

2 meses
Altura: 56 cm
Peso: 4,8 kg

Desenvolvimento:

Mantém a cabeça erguida por mais tempo e, quando deitado de bruços, é capaz de levantar o rosto. Esperto, percebe um ruído com rapidez. Sete em cada dez bebês emitem sons como "he", "hu".

Característica:

Chora e sorri. Os acessos de choro acontecem por causa das cólicas e quase sempre têm hora marcada: final da tarde, começo da noite. Boa parte dos bebês sorri em resposta a outro sorriso. Escutar a conversa de um adulto também pode fazê-lo rir.

Destaque:

A maioria movimenta os olhos e a cabeça para acompanhar o deslocamento de um objeto.

Seis em cada dez demonstram reconhecer o rosto da mãe.
 
 
 
 
 
 

3 meses
Altura: 60 cm
Peso: 5,5, kg

Desenvolvimento:

Reage a barulhos arregalando os olhos e parando de mamar. Ao ouvir o chocalho, pode franzir a testa. É sinal de amadurecimento da função auditiva. Também a visão está melhorando. A partir de agora, enxerga em cores.

Característica:

As mãos são a grande descoberta dessa fase e ele as mantém bem abertas. A grande maioria  deles segura com firmeza um objeto.

Destaque:

Ele aprende que, mesmo sem querer, batendo em um móbile consegue como resultado um som ou um movimento.




4 meses
Altura: 61 cm
Peso: 6,1 kg

Desenvolvimento:

O bebê pega o que quer. Não pode mais ficar sozinho sobre lugares altos. Mesmo estando de bruços, levanta as pernas e pode virar de um lado para outro. Em alguns casos, isso pode acontecer antes.

Característica:

Chora quando é deixado sozinho, Para os cientistas, esse é o primeiro sinal do desenvolvimento da sociabilidade do bebê. Quando ouve a voz da mãe, vira a cabeça e os olhos procurando por ela.

Destaque:

Já distingue bem os sons da língua materna.



5 meses
Altura: 62 cm
Peso: 6,7 kg

Desenvolvimento:

Lambe, morde e chupa tudo o que estiver a seu alcance. Quando virado de bruços, pode rolar na cama.

Característica:

Está aprimorando sua percepção do mundo. Pode discernir uma voz amável de outra brava e reage diferentemente a cada uma delas. Na mesma linha de comportamento, tende a abrir um sorriso diante de um rosto familiar, assim como a se mostrar tímido na presença de estranhos.

Destaque:

Começa o processo de identificação. Eles se alegram com a própria imagem no espelho.




6 meses
Altura: 65 cm
Peso: 7,3 kg

Desenvolvimento:

Vira totalmente a cabeça para localizar a origem de um barulho ou procurar um objeto que caiu de suas mãos. Também já estica os braços para ganhar colo e pode segurar a mamadeira com as duas mãos, embora não se espere que consiga levá-la à boca.

Característica:

O bebê percebe que tem vida própria e passa a não colaborar em atividades impostas como trocar a fralda. Deixa de mamar apenas o leite materno e come a primeira papinha.

Destaque:

Enxerga como um adulto, tem visão tridimensional. Pode balbuciar "mama" e "papa", mas sem associar nenhum significado a eles.



7 meses
Altura: 67 cm
Peso: 7,7 kg

Desenvolvimento:

Começa a entender o significado de algumas palavras, como o "nâo". Senta-se com certo equilíbrio e mostra determinação querendo brinquedos que estão fora de seu alcance.

Tenta agarrá-los com as mãos.

Característica:

Interessam-se em observar figuras em livro.

Destaque:

Aparecimento dos primeiros dentes, em geral os incisivos centrais inferiores. Como resultado,  o bebê pode ficar com as bochechas vermelhas, gengivas inchadas, babão e às vezes irritado.




8 meses
Altura: 68 cm
Peso: 8,2 kg

Desenvolvimento:

Os brinquedos são o mundo do bebê. Brinca de soltá-los no chão, esperando que a mãe ou o pai  o pegue de volta. Procura o brinquedo sumido atrás dos móveis.

Característica:

É provável que tente imitar os pais. Emite uma série de sons e parece prestar atenção à conversa dos adultos. Reconhece o próprio nome, olhando sempre para quem o chamou.

Destaque:

Está pronto para engatinhar, embora muitas vezes isso demore um pouco mais para acontecer. Mas se locomove rolando, arrastando a barriga ou o bumbum. É importante reforçar a segurança da casa com portões na cozinha e trancas nos armários de medicamentos e produtos de limpeza.



9 meses
Altura: 70 cm
Peso: 8,6 kg

Desenvolvimento:

Juntando o polegar ao indicador, os dedos funcionam como uma pinça para pegar pequenos objetos. É um dado da evolução tão importante quanto a primeira palavra e o primeiro passo. Essa é uma das diferenças motoras entre o homem e o macaco.

Característica:

Bate palmas e dá tchau. Balbucia constantemente para ouvir a própria voz e se diverte  quando imita sons, como o tossir, por exemplo.

Destaque:

Quando perguntado "onde está o papai?", vira a cabeça, procurando por ele. Isso revela que, a partir de agora, o bebê é capaz de guardar algumas imagens na memória. Até então, ele só conseguia se recordar da pessoa quando ela aparecia na sua frente.




10 meses
Altura: 71 cm
Peso: 9,1 kg

Desenvolvimento: Está aprendendo a se expressar e, para tal, usa o dedo indicador para apontar algo que deseja. Começa a entender conceitos como "aqui", "lá", "dentro", "fora", "para cima" e "para baixo". Para ter atendidos seus pedidos, recorre ao "da".

Característica:

Sente ciúme e pode chorar se outra criança for pega no colo pela mãe. Também entende quando os pais desaprovam seu comportamento.

Destaque:

Engatinhando, a criança percorre grandes distâncias. Levando-se em conta que um bebê engatinha durante três meses, os mais animados podem chegar a 200 metros por dia ou 18 quilômetros no período.



11 meses
Altura: 73 cm
Peso: 9,4 kg

Desenvolvimento:

O bebê prepara-se para andar. Tenta ficar de pé encostando nas paredes e anda desde que apoiado em móveis ou arrastando cadeiras. Hora de proteger as quinas e remover os objetos de decoração mais leves.

Característica:

Seu senso de humor se revela nessa fase. Adora gracejos, mas reage com irritação quando contrariado. Se tiver irmãos, vai querer ficar junto deles, mas não entende o que significa dividir brinquedos.

Destaque:

É possível arriscar um palpite sobre a personalidade do bebê. ele pode ser do tipo reflexivo,  que observa muito antes de agir, ou impulsivo, que atua rapidamente tentando descobrir tudo.



1 ano
Altura: 75 cm
Peso: 10 kg

Desenvolvimento:

Deve estar andando, ou quase. No começo, anda com os braços abertos para se equilibrar melhor. Não demonstra cansaço, mas tende a dormir melhor à noite depois de um dia de tanto movimento.

Característica:

A sociabilidade está aumentando. O bebê pode até dar beijinhos, mas odeia ficar sozinho.

Ainda precisa da presença da mãe para se sentir seguro. Seu poder de compreensão continua sendo maior do que sua capacidade para falar.

Destaque:

Surgem os ataques de birra. O bebê passa a exercitar sua independência e reage com frequência diante das limitações próprias ou impostas.



1 ano e 6 meses
Altura: 80 cm
Peso: 11 kg

Desenvolvimento:

Anda para os lados e para trás e até ensaia uma corridinha. Puxa e arrasta o que encontra pela frente. O raciocínio está evoluindo. Para pegar um brinquedo que caiu debaixo da mesa ou da cama, se precisar, já sabe usar uma vareta ou algo parecido.

Característica:

Já demonstra claramente o que quer e o que não quer. Quando sai para passear, não quer  mais ficar no carrinho. Na hora das refeições, passa a recusar aquilo de que não gosta.

Mas quer participar das atividades domésticas, como varrer a casa e lavar a louça.

Destaque:

Reconhece-se em uma fotografia, apontando e até dizendo seu nome.



2 anos
Altura: 85 cm
Peso: 12 kg

Desenvolvimento:

É capaz de fechar um zíper, destampar potes, abrir trincos de portas e até calçar os sapatos de fecho mais simples. Deve ter dezesseis dos vinte dentes de leite. Já se começa a falar em tirar a fralda.

Característica:

Para de repetir palavras. Passa a responder às perguntas e a conversar. Ciumento, o bebê não só aprende a usar o pronome possessivo "meu" como quer que tudo seja dele. Alguns fazem isso antes.

Destaque:

Conhecido como o "ano terrível", o segundo ano de vida é marcado pelo negativismo.

Suas respostas preferidas são: "Não vou", "Não quero", "não gosto".



2 anos e 6 meses
Altura: 93 cm
Peso: 13 kg

Desenvolvimento:

Está sempre em movimento. Salta com os dois pés ao mesmo tempo e anda na ponta dos pés.

Já pode carregar objetos sem perder o equilíbrio e corre muito bem. Reconhece algumas cores. Adiciona à linguagem detalhes como adjetivos.

Característica:

Consegue manter a atenção por períodos mais longos ao ouvir uma história, pintar ou ver um desenho animado na televisão. Em casa, diverte-se montando e desmontando, empilhando  e derrubando.

Destaque:

Está aprendendo a conviver com outras crianças, mas ainda manifesta sentimentos de  rivalidade e egoísmo.



3 anos
Altura: 96 cm
Peso:14 kg

Desenvolvimento:

Tem habilidade motora para tocar instrumentos musicais simples, como o tambor ou a gaita. É ágil, podendo realizar duas atividades ao mesmo tempo. Chuta bola enquanto corre, toma  sorvete subindo escadas, come e fala ao telefone.

Característica:

A criança fica mais independente dos pais, relacionando-se melhor com os outros. É generosa e carinhosa com os amigos, preferindo estar com eles a conversar com os adultos.

Destaque:

Está descobrindo as diferenças entre os sexos. É por isso que a menina repete o comportamento da mãe e o menino imita o pai.