quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

As três árvores (conto de Natal)

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")


Era uma vez... , no alto de uma montanha, três pequenas árvores que sonhavam o que queriam ser depois de grandes.
 A primeira, olhando as estrelas disse: “Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros. Para tal me disponho a ser cortada”
 A Segunda árvore olhou para o riacho e suspirou: “Eu quero ser um grande navio, para transportar reis e rainhas”.
 A terceira árvore olhou o vale e disse: “Quero ficar aqui, no alto da montanha, e crescer tanto que as pessoas, ao olharem para mim, levantem seus olhos e pensem em Deus”.
 Anos se passaram e, certo dia, três lenhadores, nada ecológicos, vieram e cortaram as três árvores, ansiosas por serem transformadas naquilo em que sonhavam.
Mas lenhadores não costumam ouvir, nem entender de sonhos... que pena!
 A primeira árvore acabou sendo transformada num cocho coberto de feno para animais.
 A Segunda virou um simples e pequeno barco de pesca, carregando gente e peixes todos os dias.
 E a terceira, mesmo sonhando ficar no alto da montanha, acabou em grossas vigas e colocada de lado num depósito.
 E as três se perguntavam desiludidas e tristes: “Por que isto?”.
Numa certa noite, cheia de luz e de estrelas, em que haviam mil melodias no ar, uma jovem colocou seu bebê recém-nascido naquele cocho de animais. E, de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo.
A Segunda árvore, anos mais tarde, transportou um homem, que acabou dormindo no barco. Quando a tempestade quase afundou o nosso pequeno barco, este homem levantou-se e disse: “Paz!”. E, num relance, a Segunda árvore entendeu que estava carregando o rei do céu e da terra.
Tempos mais tarde, numa Sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. Sentiu-se horrível e cruel. No Domingo seguinte, o mundo vibrou de alegria e a terceira árvore entendeu que nela havia sido pregado um homem para a salvação da humanidade, e que as pessoas se lembrariam de Deus e de seu filho Jesus Cristo ao olharem para ela.
As árvores tinham tido sonhos... mas a sua realização foi mil vezes melhor e mais sábia do que haviam imaginado.

***Pense nisso!

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Pensamento




(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")



A maior recompensa do nosso trabalho
não é o que nos pagam por ele,
mas aquilo em que ele nos transforma.


John Ruskin
sábado 23 fevereiro 2008 22:28 , em Reflexão

sábado, 12 de outubro de 2013

Ser criança

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")
 
 

 
Amigos,
 
Encontrei este texto no blog Pensamento Nosso. Além da beleza ao apresentar uma criança, lembra ao adulto que ele,  se assim desejar, pode conviver alegremente com a sua criança interior ou, quem sabe, resgatá-la para viver harmoniosamente com ela. Gostei e partilho com vocês.
Escrita por Maria Alice Estrella que, segundo o mesmo blog, é uma poetisa gaúcha, que, entre outras atividades, é cronista colaboradora do jornal Diário Popular de Porto Alegre, numa uma coluna semanal.
Beijos,
Rosana Rodrigues**
 
Blog de casadainfancia : Casa da Infância, Ser criança
 
"Ser criança é estar de mãos dadas com a vida na melhor das intenções. É acreditar no momento presente com tudo o que oferece, é aceitar o novo e desejar o máximo.
Ser criança é estar em constante estágio de aprendizado, é querer buscar e descobrir verdades sem a armadura da dúvida.
Ser criança é ter um riso franco esparramado pelo rosto, mesmo em dia de chuva, é adorar deitar na grama, ver figuras nas nuvens e criar histórias.
Ser criança é colar o nariz na vidraça e espiar o dia lá fora. É gostar de casquinha de sorvete, de bolo de chocolate, de passar a ponta do dedo no merengue.
Ser criança é acreditar, esperar, confiar. E é ter coragem de não ter medo.
Ser criança é saber embrulhar desapontamentos e abrir caixinhas de surpresas.
Ser criança é ter sempre uma pergunta na ponta da língua e querer muito todas as respostas.
Ser criança é misturar sorvete com televisão, computador com cheiro de flor, passarinho com goma de mascar, lágrimas com sorrisos.
Ser criança é habitar no país da fantasia, viver rodeado de personagens imaginários, gostar de quem olha no olho e fala baixo.
Ser criança é gostar de sentar na janela e detestar a hora de ir para a cama.
Ser criança é cantar fora do tom e dar risadas se alguém corrige.
Ser criança é ser capaz de perdoar e anestesiar a dor com uma dose de sabedoria genuína e peculiar.
Ser criança é andar confiante por caminhos difíceis e desconhecidos na ânsia de desvendar mistérios.
Ser criança é gostar de brincadeira, do sonho, do impossível. Criança é saber nada e poder tudo.
Ser criança é detestar relógios e compromissos. É ter pouca paciência e muita pressa.
E ser criança é, também, ser o adulto que nunca esqueceu da criança que foi um dia. O adulto que consegue se reencontrar com a criança que ainda vive no seu íntimo e mais precioso território. Aquele pedaço que justifica todos os percalços e que dignifica todos os tropeços. A ingenuidade restaurada no dia-a-dia e que o transforma em herói, ao reler as histórias de sua própria vida, narradas pela criança que o abraça, nas entrelinhas de um tempo que permanece imutável porque sagrado. O tempo do princípio, da origem, da própria essência."

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Alice no País das Maravilhas - Coleção Disquinho

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")

Na década de 60, foi produzida uma coleção de discos compactos de vinil colorido que trazia  uma coletânea de histórias infantis narradas por vozes imponentes, repletas de músicas compostas e adaptadas por João de Barro, o Braguinha e orquestradas por Radamés Gnattali.
Inesquecível!

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Higiene Pessoal

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")



Um texto bem interessante que pode ser trabalhado de diferentes maneiras: lido, dramatizado, contado, cantado... usando a imaginação, podemos fazer atividades envolventes.
 Este texto foi retirado do blog:
que também vale a pena ser visitado!