segunda-feira, 14 de março de 2011

Dia Internacional Contra a Discriminação Racial


(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")




Blog de casadainfancia :Casa da Infância, Dia Internacional Contra a Discriminação Racial
MENSAGEM DO SECRETÁRIO-GERAL DA ONU KOFI ANNAN, POR OCASIÃO DO
DIA INTERNACIONAL PARA A ELIMINAÇÃO DA DISCRIMINAÇÃO RACIAL, em
21 de Março de 2006
Fonte: Centro Regional de Informação da ONU em Bruxelas - RUNIC


A 21 de Março de 1960, a polícia do regime de apartheid sul-africano abriu fogo sobre uma manifestação pacífica, em Sharpeville, que protestava contra as leis de discriminação racial. Dezenas de manifestantes foram mortos e muitos mais ficaram feridos. Hoje, comemoramos o aniversário do massacre de Sharpeville, não só para relembrar as pessoas que pereceram, mas também para chamar a atenção para o enorme sofrimento causado pela discriminação racial em todo o mundo.
Este ano, o tema da comemoração, “Combater a discriminação quotidiana”, desafia-nos a tomar medidas significativas para lutar contra estas práticas discriminatórias, habituais nas nossas sociedades. Todos temos consciência de que muitas das maiores atrocidades do homem tiveram uma motivação racial, mas esquecemos, com frequência, o sofrimento coletivo provocado pelo racismo quotidiano. Na verdade, os crimes mais horrendos cometidos pela humanidade tiveram, muitas vezes, origem num sectarismo banal.
Desde os insultos nas escolas até às decisões de contratação ou demissão no local de trabalho, desde a cobertura seletiva dos crimes pelos meios de comunicação social ou a polícia, até as desigualdades na prestação de serviços públicos, o tratamento injusto de grupos étnicos ou raciais não só é comum nas nossas sociedades como é, frequentemente, aceito passivamente. É inegável que este tipo de racismo quotidiano subsiste. Mas é escandaloso que ninguém o conteste.
Não devemos tolerar que esta discriminação insidiosa se instale na vida quotidiana. Nem nos podemos resignar a considerá-la um atributo lamentável da natureza humana. Nenhum de nós nasceu para odiar. A intolerância aprende-se e, portanto, é possível desaprendê-la. As garantias jurídicas são uma parte fundamental desta luta, mas a educação deve estar em primeiro plano. A educação pode favorecer a tomada de consciência e cultivar a tolerância. Deve começar em casa – onde, afinal de contas, têm origem muitas das atitudes racistas -- continuar na escola e ser integrada no nosso discurso público. Nesta luta contra a intolerância, os cidadãos devem ser simultaneamente professores e alunos.
A ONU, através dos seus programas de sensibilização, da elaboração de legislação internacional e da sua função de vigilância dos direitos, tem um papel importante a desempenhar, mas todos temos de nos unir nesta luta. Neste Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial, reafirmemos que o êxito desta luta depende da denúncia da intolerância “comum” por parte dos cidadãos comuns. São eles que se devem recusar a tolerar os atos discriminatórios na vida quotidiana. São eles que devem fazer compreender que a discriminação não pode ser “banalizada”. E são eles que mais têm a ganhar com uma sociedade assente nos direitos e respeito de todos.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

O Menino Azul

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")


Blog de casadainfancia :Casa da Infância, O Menino Azul
O menino quer um burrinho
para passear.
Um burrinho manso,
que não corra nem pule,
mas que saiba conversar.
O menino quer um burrinho
que saiba dizer
o nome dos rios,
das montanhas, das flores,
— de tudo o que aparecer.
O menino quer um burrinho
que saiba inventar histórias bonitas
com pessoas e bichos
e com barquinhos no mar.
E os dois sairão pelo mundo
que é como um jardim
apenas mais largo
e talvez mais comprido
e que não tenha fim.
(Quem souber de um burrinho desses,
pode escrever
para a Ruas das Casas,
Número das Portas,
ao Menino Azul que não sabe ler.)
Cecília Meireles

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Para reaquecer os motores...

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")




Blog de casadainfancia :Casa da Infância, Para reaquecer os motores...
"O mar é tão profundo na calmaria como na tempestade!"
(John Donne)

"A paciência é o melhor remédio para qualquer problema!"
(Plauto)

"Estamos mais preocupados em entender os sonhos que as coisas que vemos acordados!"
(Diógenes)

"A natureza não dá saltos!"
(Raoul Fournier)

"Enquanto adiamos as coisas, a vida passa!"
(Sêneca)

"Dois legados que podemos deixar para nossos filhos: raízes e asas!"
(Hodding Carter)

sábado, 15 de janeiro de 2011

Memória visual

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")




Blog de casadainfancia :Casa da Infância, E por falar em Memória Auditiva...

Por que não relembrar de um brinquedo que foi febre nos anos 80... alguns tiveram, outros só tiveram a vontade, mas o que importa é que ele é um bom exercício de atenção e memória.
No link que sugiro, o Genius fará uma sequência e você deve repeti-la. Ele pisca uma luz e você deve clicar sobre a cor que ele piscou. Na sequência ele piscará a anterior e mais uma e você, nas duas que ele piscou e continuará assim até o máximo de 31 lentes. Caso você erre uma luz ou demore mais de 5 segundos para clicar a próxima, ele emitirá um som e terminará.
Além de tudo, é um jogo de paciência!!!



sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Chuva??? Jogos mais tranquilos

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")


Blog de casadainfancia :Casa da Infância, Chuva??? Jogos mais tranquilos
As sugestões abaixo não requerem materiais ou grandes espaços, apenas criatividade e boa vontade...
A palavra é...
e o time da oposição tem que sair cantando uma música que tenha aquela  palavra. Cantar bonito e sem dar muito trato à memória. Tem de ser zás-trás! A mesma ideia pode valer também para títulos de livros ou de filmes. Fácil? Pode-se além de dizer o título contar um pouco da história - o que certamente vai distrair os outros e forçar  a criança a construir uma bela narrativa.
Quebra-a-cabeça deles!
Não há nada  mais estimulante para a cuca das crianças do que o desafio de um quebra-cabeças. Melhor ainda se ele for confeccionado pelos próprios - assim eles têm na memória a figura original e, na reconstrução, ganham alguns pontos. Quanto mais difusa a figura, mais complicado o jogo.
O lance é pensar rápido
Junte as crianças num círculo. Escolham juntos um tema (bichos, plantas, cores, artistas...) Daí começa a correr o abc -  cada um tem que dizer um nome que comece com a letra do alfabeto que lhe couber, rodando na ordem pelo círculo. Quem não souber... perde ponto!