quarta-feira, 12 de março de 2014

Mordidas infantis na escola

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")
 
É muito constrangedor para o professor se deparar com uma mordida, no meio do período escolar. Muitas vezes ele nem sabe o que fazer com aquela criança que insiste em manter o comportamento de morder.
Para auxiliar no processo de resgate da harmonia na sala de aula, deem uma olhadinha no guia abaixo que encontrei no facebook, na página Inclusão.
Ele oferece dicas para que educadores possam (re-)elaborar a sua ação de forma mais efetiva para minimizar episódios estressantes para todos os envolvidos.
E lembrando: sempre que uma criança que consegue conversar sobre seus anseios será uma adulto capaz de argumentar sobre suas inquietações.
Rosana Rodrigues {#}
 
 


sexta-feira, 7 de março de 2014

Clubinho Salva Vidas - jogo educativo

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")
 





Tudo aquilo que é informado à criança por meio da ação fica registrado e exerce um papel fundamental na estruturação dos princípios que irão reger a sua vida futuramente.  Além dos exemplos oferecidos pelos adultos, brincadeira torna-se uma alavanca deste processo de desenvolvimento e aquisição de novos conceitos e habilidades.
Toda iniciativa que promova a formação infantil para procedimentos de extrema importância no seu futuro, devem ser valorizados. Assim é o caso do Clubinho Salva Vidas, um jogo online que traz noções de segurança no trânsito, preservação da natureza, segurança em ambientes urbanos, cuidados em ambientes aquáticos, entre outros.
Indicado para Crianças a partir de 5 anos, oferece também a possibilidade de interação com outras crianças e experimentar diversos desafios.
Confira gratuitamente pelo link:   www.clubinhosalvavidas.com.br
Abraços,                                                                                                                                                                  Rosana Rodrigues ;-)

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

As três árvores (conto de Natal)

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")


Era uma vez... , no alto de uma montanha, três pequenas árvores que sonhavam o que queriam ser depois de grandes.
 A primeira, olhando as estrelas disse: “Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros. Para tal me disponho a ser cortada”
 A Segunda árvore olhou para o riacho e suspirou: “Eu quero ser um grande navio, para transportar reis e rainhas”.
 A terceira árvore olhou o vale e disse: “Quero ficar aqui, no alto da montanha, e crescer tanto que as pessoas, ao olharem para mim, levantem seus olhos e pensem em Deus”.
 Anos se passaram e, certo dia, três lenhadores, nada ecológicos, vieram e cortaram as três árvores, ansiosas por serem transformadas naquilo em que sonhavam.
Mas lenhadores não costumam ouvir, nem entender de sonhos... que pena!
 A primeira árvore acabou sendo transformada num cocho coberto de feno para animais.
 A Segunda virou um simples e pequeno barco de pesca, carregando gente e peixes todos os dias.
 E a terceira, mesmo sonhando ficar no alto da montanha, acabou em grossas vigas e colocada de lado num depósito.
 E as três se perguntavam desiludidas e tristes: “Por que isto?”.
Numa certa noite, cheia de luz e de estrelas, em que haviam mil melodias no ar, uma jovem colocou seu bebê recém-nascido naquele cocho de animais. E, de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo.
A Segunda árvore, anos mais tarde, transportou um homem, que acabou dormindo no barco. Quando a tempestade quase afundou o nosso pequeno barco, este homem levantou-se e disse: “Paz!”. E, num relance, a Segunda árvore entendeu que estava carregando o rei do céu e da terra.
Tempos mais tarde, numa Sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. Sentiu-se horrível e cruel. No Domingo seguinte, o mundo vibrou de alegria e a terceira árvore entendeu que nela havia sido pregado um homem para a salvação da humanidade, e que as pessoas se lembrariam de Deus e de seu filho Jesus Cristo ao olharem para ela.
As árvores tinham tido sonhos... mas a sua realização foi mil vezes melhor e mais sábia do que haviam imaginado.

***Pense nisso!

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Pensamento




(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")



A maior recompensa do nosso trabalho
não é o que nos pagam por ele,
mas aquilo em que ele nos transforma.


John Ruskin
sábado 23 fevereiro 2008 22:28 , em Reflexão

sábado, 12 de outubro de 2013

Ser criança

(Do extinto "Casa da Infância/Spaceblog")
 
 

 
Amigos,
 
Encontrei este texto no blog Pensamento Nosso. Além da beleza ao apresentar uma criança, lembra ao adulto que ele,  se assim desejar, pode conviver alegremente com a sua criança interior ou, quem sabe, resgatá-la para viver harmoniosamente com ela. Gostei e partilho com vocês.
Escrita por Maria Alice Estrella que, segundo o mesmo blog, é uma poetisa gaúcha, que, entre outras atividades, é cronista colaboradora do jornal Diário Popular de Porto Alegre, numa uma coluna semanal.
Beijos,
Rosana Rodrigues**
 
Blog de casadainfancia : Casa da Infância, Ser criança
 
"Ser criança é estar de mãos dadas com a vida na melhor das intenções. É acreditar no momento presente com tudo o que oferece, é aceitar o novo e desejar o máximo.
Ser criança é estar em constante estágio de aprendizado, é querer buscar e descobrir verdades sem a armadura da dúvida.
Ser criança é ter um riso franco esparramado pelo rosto, mesmo em dia de chuva, é adorar deitar na grama, ver figuras nas nuvens e criar histórias.
Ser criança é colar o nariz na vidraça e espiar o dia lá fora. É gostar de casquinha de sorvete, de bolo de chocolate, de passar a ponta do dedo no merengue.
Ser criança é acreditar, esperar, confiar. E é ter coragem de não ter medo.
Ser criança é saber embrulhar desapontamentos e abrir caixinhas de surpresas.
Ser criança é ter sempre uma pergunta na ponta da língua e querer muito todas as respostas.
Ser criança é misturar sorvete com televisão, computador com cheiro de flor, passarinho com goma de mascar, lágrimas com sorrisos.
Ser criança é habitar no país da fantasia, viver rodeado de personagens imaginários, gostar de quem olha no olho e fala baixo.
Ser criança é gostar de sentar na janela e detestar a hora de ir para a cama.
Ser criança é cantar fora do tom e dar risadas se alguém corrige.
Ser criança é ser capaz de perdoar e anestesiar a dor com uma dose de sabedoria genuína e peculiar.
Ser criança é andar confiante por caminhos difíceis e desconhecidos na ânsia de desvendar mistérios.
Ser criança é gostar de brincadeira, do sonho, do impossível. Criança é saber nada e poder tudo.
Ser criança é detestar relógios e compromissos. É ter pouca paciência e muita pressa.
E ser criança é, também, ser o adulto que nunca esqueceu da criança que foi um dia. O adulto que consegue se reencontrar com a criança que ainda vive no seu íntimo e mais precioso território. Aquele pedaço que justifica todos os percalços e que dignifica todos os tropeços. A ingenuidade restaurada no dia-a-dia e que o transforma em herói, ao reler as histórias de sua própria vida, narradas pela criança que o abraça, nas entrelinhas de um tempo que permanece imutável porque sagrado. O tempo do princípio, da origem, da própria essência."